terça-feira, 2 de maio de 2017

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL


O relacionamento interpessoal é uma das competências mais valorizadas no mercado de trabalho atualmente. Se você está em busca de novo emprego ou crescer em sua carreira no emprego atual, você precisa desenvolver suas habilidades de relacionamento interpessoal e profissional. O curso sobre Relacionamento Pessoal, do https://nfcursos-on-line.coursify.me contém dicas que te ajudarão nesse sentido.

O aluno será melhor preparado  para o convívio familiar, social e no mercado de trabalho.
Será qualificado para obter destaque no mercado de trabalho no sentido de conseguir novo emprego e também capacitá-lo nos requisitos que favorecem o crescimento na carreira.
O autor, além de sólida formação profissional, atua há mais de vinte anos como professor e possui mais de trinta cursos publicados, todos com avaliações favoráveis de seus alunos
São poucos os cursos semelhantes que oferecem conteúdos tão relevantes a preços mais que acessíveis.
Quanto mais rápido você se preparar e qualificar, maiores serão suas chances de obter novas oportunidades no mercado de trabalho e conquistar novas vagas.
As chances e os recursos estão disponíveis e só dependem de sua atitude.
Uma atitude agora pode mudar toda sua história futura.
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terça-feira, 28 de março de 2017

BALA DE PRATA

Olá , como está?

Se você me conhece e acompanha há algum tempo, já me ouviu falar que na Gestão Empresarial não existe a bala de prata. Os grandes resultados são construídos com foco e disciplina, trabalhando regularmente em pequenos ajustes na Gestão das Pessoas e dos Processos, sempre voltados para a melhoria contínua.

Em outras palavras, para obter excelência na gestão empresarial, você precisa ter a cabeça e a rotina de um atleta de alta performance! Ou você imagina conhecer algum profissional de alta performance que não seja extremamente focado e disciplinado?

Pois bem! Este é o caso da equipe do Barcelona por exemplo, que há algum tempo atrás decidiu ser uma equipe de grandes e excelentes resultados utilizando principalmente as técnicas de Coaching Pessoal e Liderança de Alta Performance e em pouquíssimo tempo foi transformada nessa máquina de fazer gols. E é aí que reside o objetivo de meu contato com você. Convidar para a Semana de Formação de Liderança de Alta Performance entre os dias 8 e 12 de maio, no horário de 19 às 22 h, no auditório do CDL Volta Redonda, no Bairro Aterrado - Rua Simão da Cunha Gago nº 19.

Serão cinco noites de imersão em conhecimentos teóricos e práticos a cerca de Liderança de Alta Performance, quando então discutiremos: Relacionamento Interpessoal, Gestão de Pessoas e Carreira, Administração de Conflitos, Motivação e Estresse e Liderança de Times.

Após esse treinamento você terá a oportunidade de transformar para melhor os resultados da sua empresa ou negócios em curtíssimo prazo.Mas tem uma coisa: São apenas 20 vagas.

Um abraço!


Nielsen Freire da Silva
NF Coaching
nielsenfreirecoach@gmail.com

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Curso de Cargos e Salários on line, com 25% de desconto. Promoção imperdível para quem deseja melhorar sua performance na busca de novo emprego ou promoção no emprego atual.Adicionar legenda

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

PLANO DE AÇÃO PARA EMPREENDEDORES
INDICAÇÃO
Indicado para  pessoas que precisem colocar um plano em ação.
PARA QUE SERVE
Serve para a tomada de decisão sobre os principais elementos que orientarão a implementação do plano.
QUAL A UTILIDADE
É útil porque oferece diversos usos da técnica 5W2H, desde as versões mais simples e objetivas até o desenvolvimento de um plano de negócio tático e operacional.
USO DA FERRAMENTA
Sobre a ferramenta  5W2H, também conhecida como plano de ação, é uma ferramenta tão óbvia e utilizada que não há uma concordância sobre quem a desenvolveu. Como ferramenta, ganhou mais popularidade com a disseminação das técnicas de gestão da qualidade e, posteriormente, com as de gestão de projetos. Quando algo deve ser implantado, entram em cena as seguintes definições:
• O que (What) deve ser feito?
 • Por que (Why) deve ser implementado?
• Quem (Who) é o responsável pela ação?
• Onde (Where) deve ser executado?
• Quando (When) deve ser implementado?
 • Como (How) deve ser conduzido?
• Quanto (How much) vai custar a     implementação?
A ferramenta 5W2H pode ser usada sozinha para colocar em prática uma decisão simples na empresa, como a aquisição de um novo equipamento ou a execução de uma atividade pontual. Nessas situações mais simples, o preenchimento dos campos dos 5W2H em um formulário feito em editor de texto, planilha ou mesmo no corpo de uma mensagem eletrônica já é suficiente para a elaboração do plano de ação.
Mas a 5W2H é muito útil quando atrelada a outras ferramentas analíticas ou a planos que requerem ação.
Em análises consagradas como SWOT, BCG, 5 Forças de Porter ou PEST, após a conclusão é preciso definir o que deve ser feito.
No SWOT, por exemplo, analisam-se os pontos fortes e fracos e as oportunidades e ameaças de uma empresa, considerando aspectos internos e externos. Muitos acreditam que o processo acabou, mas é preciso definir o que será feito para melhorar os pontos fracos, aproveitar as oportunidades e minimizar os riscos das ameaças. Neste momento, a 5W2H se torna imprescindível, já que é preciso definir as seguintes questões:
O que (what) será feito para capturar a oportunidade?
 Por que (why) isso será feito desta forma?
Quem (who) será o responsável por capturar esta oportunidade?
Onde (where) serão executadas as ações para transformar a oportunidade em resultados para a empresa?
Como (how) a oportunidade se tornará realidade?
Quanto (how much) será investido na realização da oportunidade?
Em situações que envolvem a implementação de várias decisões de forma orquestrada, como na gestão de projetos ou em um plano de negócio, a 5W2H também se mostra eficaz.
Na gestão de projetos tradicional ou em métodos ágeis, a ferramenta 5W2H está inserida nas etapas do gráfico de Gantt  ou nos sprints .
Por fim, algo que é pouco mencionado na literatura, mas a 5W2H deveria ser obrigatória em cada parte do plano de negócio tradicional, pois ofereceria orientação na implementação de cada decisão mencionada no documento.
Como usar:
A ferramenta 5W2H é composta por sete campos em que devem constar as seguintes informações:
1) Ação ou atividade que deve ser executada ou o problema ou o desafio que deve ser solucionado (what);
2) Justificativa dos motivos e objetivos daquilo estar sendo executado ou solucionado (why);
3) Definição de quem será (serão) o(s) responsável(eis) pela execução do que foi planejado (who);
4) Informação sobre onde cada um dos procedimentos será executado (where);
5) Cronograma sobre quando ocorrerão os procedimentos (when);
6) Explicação sobre como serão executados os procedimentos para atingir os objetivos pré-estabelecidos (how);
7) Limitação de quanto custará cada procedimento e o custo total do que será feito (how much)?
O preenchimento pode ser feito no próprio formulário impresso ou os campos podem ser copiados para editores de texto, planilhas, e-mails ou adaptados em aplicativos online de gestão de tarefas ou de projetos. (Acrescente quantas linhas forem necessárias)
5 W
2 H
What
Why
Who
Where
When
How
How much
O quê
Por quê
Quem
Onde
Quando
Como
Quanto
Ação
Problema
Desafio
Justificativa
Explicação
Motivo
Responsável
Local
Prazo
Cronograma
Procedimentos
Etapas
Custos
Desembolsos





























 DICAS DE UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA
Complemento às técnicas de análises de negócio: Boa parte das análises feitas em administração de negócio termina no estudo em si quando deveriam ser tomadas ações para lidar com as questões levantadas. Uma comparação simples: quando uma pessoa faz um exame de glicemia e detecta-se que ela está com os índices alterados, é preciso fazer um plano de ação para voltar aos níveis aceitáveis. Da mesma forma, quando um estudo das 5 forças de Porter indica qual estratégia competitiva deve ser seguida, também é necessário fazer um plano de ação para implementar a estratégia e obter o posicionamento competitivo esperado. Explicar, apenas, a natureza de cada uma das forças de Porter é um exercício meramente descritivo, que não se traduz em resultados para a empresa.
Complemento às técnicas de gestão de projetos: Dado que o projeto tem escopo (what), prazo (when), custo (how much) e responsável (who), cada uma das etapas a executar para a conclusão do projeto também precisa ter tais características, além das demais que compõem a ferramenta 5W2H.
Complemento às técnicas de planejamento de novos negócios: Tanto técnicas tradicionais, como a elaboração de um plano de negócio, quanto as mais recentes, como o Business Model Canvas, devem fazer uso da 5W2H para implementar as decisões estratégicas ou validar as hipóteses que serão testadas. No plano de negócio, ao final de cada parte, inclua uma tabela com a lógica dos 5W2H para orientar a execução daquela parte do plano. O que deve (what) ser feito no plano de marketing e vendas, por exemplo? Qual o motivo (why) disso estar sendo feito? Quando será feito? E assim por diante...
Inclua lições aprendidas: A ferramenta é voltada para a ação. Apesar disso, há muitos aprendizados na execução do que foi planejado. Nem sempre o escopo (what) está bem definido, nem o problema (why) a ser resolvido é o previsto e o custo (how much) pode ser bem maior do que o imaginado. Por essas razões, a empresa precisa ter um controle de seus planos de ação e obter
informações a respeito das lições aprendidas nas fases de planejamento e implementação, para melhorar a execução dos planos de ação, evitando retrabalhos e gastos desnecessários.
Automatize o uso da ferramenta: A ferramenta 5W2H é basicamente uma tabela e pode ser feita em um editor de texto ou em uma planilha. Se for feita em editores ou planilhas disponíveis online, outros envolvidos poderão consultá-la, acompanhá-la e editá-la. Outras ferramentas online como o Trello (www.trello.com) e Evernote (www.evernote.com) podem ser usadas como ferramentas de planos de ação. Há ainda aplicativos como o 5W2H, da Gold System.
Plano de ação para o desenvolvimento dos empreendedores: A ferramenta 5W2H também pode ser aplicada em nível pessoal, como no caso do desenvolvimento pessoal do empreendedor e de sua relação com os sócios. A ferramenta Autoconhecimento Empreendedor, do Movimento Empreenda, orienta a descoberta do perfil psicológico, como isso influencia o comportamento ao conduzir um negócio e o que o empreendedor poderia fazer para se tornar melhor, ao elaborar uma análise SWOT. Em seguida, a ferramenta orienta o empreendedor a descobrir qual é a forma de aprendizagem mais adequada ao seu tipo de inteligência.
 O passo seguinte da ferramenta é sugerir um plano de ação para que o interessado fortaleça suas competências empreendedoras. De forma semelhante, a ferramenta Avaliação de Sócios 4D sugere uma abordagem parecida, ao terminar com a sugestão de um plano de ação para que os sócios se tornem ainda mais capacitados para desenvolver a empresa.
Material adicional recomendado: Diante da facilidade do uso, apesar de abundante, a bibliografia a respeito da ferramenta 5W2H aparece sempre de forma muito sucinta, sem que nenhuma obra se destaque.
ELABORADO POR MARCELO NAKAGAWA
(PROFESSOR DE EMPREENDEDORISMO DO INSPER)


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Como vencer a  procrastinação
Hoje conversei com uma amiga Coach que me confessou não ter feito uns exercícios devido a procrastinação e então disse para ela que escreveria esse post sobre “Procrastinação”.
A procrastinação é um assunto  muito discutido.Temos muito livros e artigos sobre esse assunto.Arrisco a dizer que não existe ninguém em torno de nós que não fique enrolando ou procrastinando as vezes: é um fato da vida. Está dentro de nós.
Achamos que vamos fazer algo mais tarde, ou fazer um exercício mais tarde, ou aprender um idioma depois. Mas sempre exageramos nas nossas estimativas sobre quanto mais tarde. Exageramos nas estimativas de conseguirmos combater a procrastinação no futuro. Mas fica a questão: Se o seu eu atual não consegue combater a procrastinação, como conseguirá no futuro?

POR QUE você PROCRASTINA?
Existem muitos motivos que favorecem a procrastinação e que estão relacionados de formas diferentes: vejamos os 4 mais significativos
1. Necessidade de  gratificação instantânea. Ficar largado no sofá é bom, talvez melhor do que sair para fazer uma corrida. Checar o WhatsApp ou os emails é mais fácil do que fazer a tarefa que estamos enrolando.

2. Sentimento de medo. Podemos deixar de  escrever aquele post ou aquele capítulo de livro por existirem problemas com os conteúdos sobre os quais ainda não dominamos ou simplesmente podemos estar com medo do fracasso.

3. Inexistência imediata de punição ou consequência negativa. Deixar de fazer o exercício da escola não traz nenhuma consequência negativa imediata. Nem assistir TV ou jogar.A mesma coisa vale para o uso da Internet ou fazer outras procrastinações: vamos pagar por isso mais tarde, mas no momento presente ninguém nos punirá por isso.

4. Exagero nas estimativas de quem seremos no futuro. A realidade é geralmente um pouquinho pior do que esperamos, mas isso não nos impede de pensar que o futuro será diferente novamente. Pelo mesmo motivo, pensamos que é bom enrolar, pois vamos fazer isso mais tarde, com certeza.
SEis SOLUÇÕES PODEROSAS
As soluções se apresentam mais facilmente se conhecemos os problemas. Apenas não as deixe para depois, ok?

1. Aproveite o processo. O medo nos faz adiar as coisas. Mas, se aprendemos a aproveitar e ter prazer, não será tão difícil. Entre no momento presente, e terá prazer em cada ação.

2. Bloqueie o seu eu do futuro. Se o eu do futuro é tão propenso a enrolar como você. Então, bloqueie esse personagem.

3. Crie comprometimentos e responsabilidades. Se não houver ninguém vigiando, haverá uma tendência de deixar para depois. Então encontre pessoas para te cobrar.

4. Enrole de forma produtiva. Se você vai enrolar, faça coisas importantes enquanto enrola. Assim,  se você não quiser fazer sua tarefa principal, pelo menos consiga finalizar tarefas menores. 

5. Faça o que te motiva. Se você fizer o tempo todo o que te motiva, você estará menos propenso a procrastinar ou deixar de lado. Focalize naquilo que te excita, ao invés dos aspectos terríveis da atividade.

6. Pare e pense. Quando consentimos os pensamentos acima sem estarmos realmente conscientes, acabamos procrastinando. Quando paramos para pensar sobre esses pensamentos, podemos racionalmente perceber que eles estão errados.


Se você quiser discutir mais sobre esse assunto, então envie uma mensagem para nielsenfreire@gmail.com e eu retornarei o contato para agendarmos uma reunião.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017


COMO TIRAR SUA EMPRESA DA CRISE



Meus amigos ,

O país tem vivido momentos de grave crise política, econômica e social  e é inegável que, de algum modo, as empresas sejam afetadas em vários de seus processos internos e externos. Seja nos processos financeiros como fluxo de caixa, por exemplo; seja no processo administrativo, folha de pagamento; seja no processo de compras, produção ou mesmo o de vendas e etc.

Nesse momento, nossa recomendação é de cautela e prudência nunca desespero. O exemplo é o da Gaivota, nunca pare de bater suas asas, mesmo nos momentos de grande turbulência.

Sem dúvidas, há uma necessidade de revisão dos processos com o objetivo de adequação dos recursos ali empregados: recursos financeiros, recursos materiais e recursos humanos.

Essa crise já aconteceu outras vezes em nosso país e em outros, e certamente não será a última. Temos certeza e absoluta convicção que ela passará e o país voltará a crescer com força pujante.


Quando tornar o crescimento da economia, o segmento empresarial deverá estar preparado para retomada , caso contrário poderá perder o bonde da história.

Então, assim pensando, se você percebe sinais de crise,  urge aplicar pelo menos três ferramentas importantes na sua empresa ou negócio:

1)   ANÁLISE SWOT, com ela você identifica as forças e ameaças que sujeitam a empresa, considerando não só os aspectos internos, mas também o ambiente externo.



2)   ANÁLISE GUT, permite identificar através de uma planilha uma lista de problemas ou dificuldades, analisando a  Gravidade, Urgência e Tendência de cada um dos itens.



3)   Revisão das Estratégias traçadas,  revisar o Planejamento Estratégico Anual.





Obviamente, outras medidas, revisões e providências serão necessárias, por exemplo: revisão dos planos de venda; revisão do plano de produção; análise do plano de abastecimento, contas a pagar e receber, revisão do quadro de pessoal e etc. Não esqueça de elaborar o plano de ação.

Se precisar de mais informações visite nosso blog http://www.pluralconsultoria.blogspot.com ou faça contato pelo telefone 24 998911653.

Nielsen Freire

Consultor de Empresa e Executive Coach

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Como falar sobre o RH para direção da empresa

Uma das principais dificuldades do setor de Recursos Humanos é apresentar soluções para a liderança quando elas envolvem investimento. Muitas vezes, os gestores não veem com bom olhos  os investimentos solicitados  e acreditam que é dispensável. Pensando nisso, elaborei este  post para orientar “como apresentar o seu RH para a sua empresa e falar com seus gestores. Acompanhe!

 1. Antes de mais nada busque informações

Levante dados relevantes no mercado. Custos altos chamam a atenção do seu gestor, pois impactam diretamente no setor financeiro da empresa. Veja exemplos:
  • A  cada 5 demissões, 3 são por razões comportamentais?
  • 48,5% das empresas brasileiras têm dificuldade de gerir a equipe.
  • As empresas perdem R$14 mil para cada contratação errada, e uma vez contratada, é um desafio gigante conduzir o time para alta performance.
  • 52% das empresas no Brasil não sabem como desenvolver sua liderança.
  • A taxa média de rotatividade no Brasil é de 43,1% e o maior motivo não é o salário, mas sim a adaptação do profissional à vaga.
  • O maior desafio do RH atualmente é fugir do operacional e ser mais estratégico.
*Dados tirados do Censo RH Portal 2016.

2. Elabore um roteiro de apresentação

Ao falar sobre  o RH  para sua empresa, considere apresentar soluções para os problemas apontados no item anterior  e faça algumas perguntas para você mesmo:
  1. Consigo fazer ações para melhorar o nível de liderança na empresa?
  2. Consigo melhorar a adaptação dos profissionais nos respectivos cargos?
  3. Consigo reduzir custo de gestão pensando em processos, pessoas e decisões mais concretas e seguras?
  4. Consigo reduzir ou eliminar os custos de demissões precoces da empresa?
  5. Consigo reunir  informações para atuar em todos os subsistemas  do meu RH?
  6. Eu consigo  automatizar processos do RH, proporcionando  ser mais estratégico e menos operacional?
  7. Eu consigo gerar relatórios e identificar dados para  os meus gestores e mostrar os indicadores da minha gestão de pessoas?

3. Não tenha medo

Feito isso, não tenha medo! O setor de Recursos Humanos da empresa costuma ter medo de apresentar-se  para a diretoria, pois acha que o RH nunca tem orçamento. Veja por que você não precisa se preocupar:
  • A crise não é desculpa para não melhorarmos processos. O investimento maximizado é corte de gastos futuros  e pode aumentar a receita da sua empresa.
  • Você está pensando  na empresa como  negócio e propondo soluções  para reduzir gastos desnecessários na gestão de pessoas;
  • Você estará atuando fora da caixa, mostrando  o RH como unidade  estratégica, que foge  de tarefas operacionais.
  • Você se propõe ser  mais estratégico e mostrar indicadores de sua gestão para a liderança;
E agora? Você se sente  mais seguro para falar sobre o RH para  seu gestor?  Então, vá em frente! Boa Sorte!
Nielsen Freire da Silva

16/11/2016

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

VOCÊ QUER SER O HERÓI DA SUA HISTÓRIA?

Ou a vítima?
O país vive momentos de grave crise política e é inegável que, de algum modo, as empresas sejam afetadas em vários de seus processos internos. Seja nos processos financeiros, fluxo de caixa; seja no processo administrativo, folha de pagamento; seja no processo de compras, produção ou mesmo o de vendas.
Nesse momento, nossa recomendação é no sentido de cautela e prudência, nunca desespero.
Sem dúvidas, há uma necessidade de revisão dos processos com o objetivo de adequação dos recursos ali empregados: recursos financeiros, recursos materiais e recursos humanos.
Essa crise já aconteceu outras vezes e certamente não será a última. Temos certeza e absoluta convicção que ela passará e o país voltará a crescer com força pujante.
Quando tornar o crescimento da economia, o segmento empresarial deverá estar preparado, caso contrário poderá perder o bonde da história.
Então, assim pensando e para adequar a empresa no momento atual, urge adotar, em princípio,  pelo menos três ferramentas importantes:
  •           ANÁLISE SWOT, identifica as forças e ameaças que sujeitam a empresa, considerando não só os aspectos internos, mas também o ambiente externo.
  •           ANÁLISE GUT, através dessa análise, pode-se identificar, a partir de uma lista de problemas ou dificuldades, a Gravidade, Urgência e Tendência de cada item.
  •       REVISÃO DAS ESTRATÉGIAS TRAÇADAS.

Obviamente, após essas providências outras análises e revisões serão necessárias, por exemplo: revisão dos planos de venda; revisão do plano de produção; análise do plano de abastecimento, contas a pagar e receber, e etc.

Se precisar,não hesite em nos procurar dispomos de competência e experiência para ajudar sua empresa a enfrentar esses tempos bicudos. Afinal, você quer ser o herói da sua história ou a vítima. Só depende de você!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O QUE FEZ UM SELETO GRUPO DE EMPRESAS QUE JÁ SUPEROU A CRISE ECONÔMICA

Para identificar estratégias adotadas por empresas durante uma crise econômica e avaliar sua eficácia, os pesquisadores da Harvard Business School Ranjay Gulati, Nitin Nohria e Franz Wohlgezogen estudaram 4.700 empresas durante três grandes recessões mundiais: a crise de 1980 (1980-1982), a contração de 1990 (1990-1991) e o colapso de 2000 (2000- 2002). Os dados analisados durante o projeto revelaram que 9% das empresas saem de uma recessão mais fortes do que nunca. Ao ler esse relato, suas dúvidas provavelmente são: que empresas superaram e triunfaram pós-recessão? Que estratégias adotaram? Outras empresas podem imitá-las , inclusive a minha? Respondendo, aqui estão alguns dos segredos desse seleto grupo de vencedores. Bom proveito!

Os vitoriosos não são óbvios…

Não, as empresas vencedoras no pós-recessão não são as mais evidentes. Quem corta custos com mais rapidez e profundidade do que as rivais não prosperam, necessariamente. Segundo apontamentos do estudo citado, a probabilidade de que essas empresas saiam à frente das concorrentes quando a situação melhora é a menor: 21%. Aquelas que ousam e investem mais do que as rivais durante a recessão nem sempre se dão bem, e a chance de que assumam a liderança após a crise é tímida, de apenas 26%. Já aquelas que até a recessão lideravam em crescimento em geral simplesmente não conseguem manter o pique: cerca de 85% são ultrapassadas na hora do aperto.

Quem são eles então?

No grupo que corresponde aos 9% de empresas bem-sucedidas em um pós-crise, empresas que adotam uma combinação específica de medidas de defesa e ataque têm a maior probabilidade de deixar as demais para trás. Saíram-se melhor as que reduziram custos não cortando o número de funcionários de forma agressiva, mas sim através da melhoria da eficiência e da produtividade operacional. Ao mesmo tempo, com muito critério, essas empresas também gastaram mais com P&D (pesquisa e desenvolvimento), marketing e novos negócios que os seus concorrentes. Embora durante a recessão o benefício possa ser modesto, isso agrega consideravelmente à receita e ao lucro quando a crise chega ao fim. Segundo os pesquisadores, essa estratégia múltipla é o melhor antídoto para uma recessão.

Nem mais, nem menos.

Na dose certa. Cortar a verba de uma área e aplicar em outra deve ser uma ação muito bem planejada. Para os pesquisadores do projeto da Harvard Business School “efetuar uma combinação de cortes e investimentos estratégicos significa disciplina de custos, prudência financeira e rastreamento de oportunidades. Os recursos liberados pela eficiência operacional devem custear grande parte desse gasto”. Mas em tempos críticos é difícil saber onde fazer suas apostas. Para eles, as empresas que progrediram se mantiveram em estreito contato com as necessidades do cliente, que é o melhor filtro para auxiliar na tomada de decisões.
Eles citam o caso da Target, que conseguiu atingir esse equilíbrio durante a recessão de 2000. A varejista americana, que entre outras ações, elevou em 20% os gastos de marketing, aumentou o número de lojas, estreou novos segmentos de produtos, ampliou o investimento em programas de cartão de crédito e aumentou a presença online com inteligência, ao fazer uma parceria com a experiente Amazon. Para reduzir custos, elevou a produtividade melhorando a eficiência das operações. Foi forte o contraste entre essas estratégias e as de outras varejistas, que basicamente se concentram em expandir a rede de lojas.

Um exemplo próximo

É possível fazer um paralelo com a atual crise brasileira e o case de sucesso de duas grandes montadoras. Em um cenário em que as vendas de automóveis tiveram queda de 26,5% no ano passado, a Toyota e a Honda conseguiram aumentos significativos nas vendas. Ambas apresentaram um crescimento superior a 12% em 2015 em relação ao mesmo período anterior. É curioso o fato de que as marcas têm estratégias e sistemas de gestão semelhantes. Segundo o artigo “Por que a Toyota e a Honda vencem na crise”, publicado na Época Negócios, em primeiro lugar, existe uma obsessão pela qualidade. “Embora muitas outras empresas também se preocupem, acabam priorizando os volumes de produção e vendas.” Tanto Toyota quanto Honda têm tido uma estratégia consistente de crescimento lento, com foco em valor para os clientes, e no desenvolvimento. “As estratégias de investimentos focalizam em poucos produtos e em baixos volumes, com incrementos graduais, para poder garantir os elevados níveis de qualidade e eficiência e também enfrentar as oscilações do mercado”.

Investindo no novo e no existente

Um denominador comum na fórmula de sucesso das empresas que atravessaram crises, é a estratégia de investimento apurada. Durante uma recessão, as empresas mais progressistas desenvolvem novos mercados e investem para ampliar a base existente. Aproveitam a queda em preços para comprar imóveis, instalações e melhorar equipamentos, por exemplo. Isso ajuda durante a crise e depois dela, quando conseguem reagir mais depressa do que as rivais ao aumento na demanda. Já que seu custo de ativos é inferior ao de concorrentes que não investiram, seu ganho pode ser relativamente maior. Utilizando os exemplos da Honda e da Toyota, na contramão do setor, as duas empresas estão investindo em ampliações. A Honda em sua segunda fábrica no Brasil e a Toyota em uma nova fábrica, dessa vez de motores, as duas no interior de São Paulo. Fonte: Runrun.it - 23/05/2016